Crise de 1 9 2 9 – Grande Depressão – New Deal – Keynesianismo | Parte1

Posted on 17. set, 2011 by in Historia

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American Way - Crise de 29

Contraste entre americanos felizes antes de crise e após a crise em busca de ajuda do governo

A Crise de 29 ou Grande Depressão como é popularmente conhecida, foi um o pior momento da história da economia americana catalizada pela quebra da Bolsa de Nova York e de diversos bancos daquela nação. Tal crise, levaria o sistema americano a falência, o que respingaria em diversas economias mundo afora, entre elas países da Europa e América latina, inclusive o Brasil. Só depois da bancarrota, o governo americano adotaria a cartilha de keynes, o keynesismo, intervindo e regulando o sistema financeiro, bem como adotaria medidas paternalistas para o bem da nação num momento onde o emprego, a renda e a esperança eram escassos.

Para entender a crise Americana de 1929, precisamos entender o que se passava nos anos da década de 1920. boa leitura.

Na década de 1920 os Estados Unidos havia se consolidado como país mais rico do mundo, e isso se fazia se sentir no jeito americano de ser, especialmente no consumo e refletia nas artes especialmente no sinema e não menos importante no esporte.

A indústria americana estava em seu auge produtivo e com a invenção do automóvel e a sua produção em escala, protagonizada por Henri Ford, maior empresário daquela época. A indústria automobilística puxaria outros dois importantes setores da economia que eram o da construção de estradas e o de exploração de petróleo. A produção de borracha e a extração de aço acompanharia este desenvolvimento.  O cinema também era um capítulo importante do momento onde a sua expanção, ainda que sem áudio (mais tarde viria a tê-lo) reproduziria o jeito americano de viver e transformaria uma geração de atores a atrizes nos maiores ídolos daquela época. No esporte outros ídolos apareceria também, destacando-se atletas do Boxe, Golf e Basebol.

O liberalismo em que a economia americana vivia e a desregulamentação dos mercados, especialmente o financeiro, compreendido pelos bancos a bolsa de valores de Nova York e outras instituições financeiras, permitia todo o tipo de investimento e especulação financeira, o que permitia a tramitação de todo o tipo de transação financeira sem que houvesse quem a observasse de forma crítica e regrada.

O aquecimento cada vez maior no consumo das famílias americanas fazia surgir empresas e aumentava cada vês mais a produção de bens de consumo duráveis e outros até o ponto onde chegaria ao esgotamento da necessidade de consumir, ocasionando quedas internitente no consumo até o ponto onde começaria a surgir as demissões nas fábricas. É nesse ponto onde a indústria americana começa a demitir seus funcionários, mas errou quem achava que as demissões seriam o remédio para a situação, pois era justamente da renda vinda do trabalho de onde saíam os consumidores e com este corte de trabalhadores refletiu numa segunda rodada de quedas nas vendas.

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